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    Blog da Tamy



    Novo blog

    tamyrisaraujo.blogspot.com



    Escrito por TaMy às 21h28
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    VALEU A PENA!

    Na última quarta-feira, 03, tive a oportunidade de participar de uma festa... mas não de uma festa qualquer, mas sim de uma GRANDE FESTA!

    A Festa das Madrinhas, promovida pela APAE de Auriflama! Foi a primeira que fui, apesar de já estar na 18ª edição, e fiquei encantada com o evento!

    Fui 'cubrir' a festividade para o jornal... fiz a matéria e acho que dá para imaginar como foi a minha noite! Sabe quando você sai de um lugar e fala: valeu a pena!? Naquela noite eu pensei assim.. falei assim... comentei com meu pai, essa matéria sim "dá vontade" de fazer, essa matéria sim 'merece capa'! Matérias como essas que nos fazem responder a pergunta de Clóvis Rossi sem dúvidas... SIM, VALE A PENA SER JORNALISTA! 

    Acompanhem as fotos e a matéria...espero que gostem! 

    Os 70 alunos acompanhados dos professores e dirigentes

    SOCIAL - Um evento marcado por solidariedade e integração

    APAE promove Festa das Madrinhas

    Sorriso no rosto, brilho nos olhos e notável semblante de felicidade. Foi nesse clima que aconteceu a maior festa de solidariedade e integração da cidade, a tradicional Festa das Madrinhas, promovida pela APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).

    O evento aconteceu na última quarta-feira, dia 03, no Centro Comunitário José Polo Neto, reunindo cerca de 250 pessoas. O presidente da entidade, Luiz Antônio Arruda, explica o porquê da escolha da data. "Este ano antecipamos a festa para o dia 03, que é o Dia Internacional do Deficiente Físico, então aproveitamos a oportunidade", afirma ao falar sobre o evento. "É essencial esse encontro para valorizar cada um como pessoa e cidadão, afinal os laços de afetividade estabelecidos aqui são fundamentais".

    Ivete Pozza, diretora da APAE, explica a origem da importante festa. "As madrinhas são damas da sociedade, e o nome se deve porque cada uma 'adota' uma criança, faz um compromisso com ela". Segundo Ivete, geralmente durante o ano, as pessoas procuram a APAE e deixam seus nomes para 'adotar' alguma criança e na festa, cada madrinha fica na mesa com o seu afilhado. "Esse evento é de imensa importância para os alunos, essa integração é essencial, a festa é tudo para eles", conclui.

    Na ocasião, os convidados se surpreenderam ao assistir a duas belíssimas apresentações, a Boneca Viva e a Valsa da Corte Apaeana, todas feitas pelos próprios alunos. A festividade, que já está em sua 18ª edição, sempre acontece em dezembro e este ano contou com novidades. Além da linda decoração da Cinderela e as princesas da Disney, um banner com a foto dos 70 alunos da APAE foi colocado na entrada do salão, para que todas as madrinhas assinassem, ficando assim uma lembrança para todos da APAE.

    Clotilde Antônia Marin Gonçalves, professora e uma das mais antigas funcionária, com 20 anos de casa, cita que o evento foi um sucesso. "É fantástica essa integração entre pais, alunos, funcionários e madrinhas. A data é muito especial para todos, já estamos perto do Natal, e sabemos que muitas famílias não têm condições de comprar um presente para as crianças e aqui todas são presenteadas", ressalta com alegria. "Encerramos o ano com chave de ouro".

    Felicidade e gratidão também puderam ser notadas no olhar dos pais. "Eles adoram essa festa, é um momento muito especial", conta Claudete Ribeiro Lourenço, mãe dos alunos Marcelo e Carlos Daniel. "Não temos palavras para agradecer as madrinhas, elas são como fadas para as crianças da APAE". A madrinha dos meninos, Ana de Oliveira Manzoli, comenta que para ela a festividade também é essencial. "Não é sempre que nos vemos e estar aqui com eles é um momento muito relevante".

    Dança A Boneca Viva

    A Valsa da Corte Apaeana

    Ivete e o banner autografado 

     Alunos, familiares e madrinhas

    Mesa dos meus amigos Marcelo, Carlos Daniel e Zé 



    Escrito por TaMy às 22h51
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    ENTREVISTA

    Aline Simplicio

    Allan Mendonça

    Juliana Martins

    Karoline Verri

    Nilma Ruas

    Raiany Guimarães

    Tamyris Araujo

    6º Semestre de Jornalismo Diurno

     

    Hoje a internet capaz de proporcionar a seus usuários comunicação a baixo custo e acesso a fontes inesgotáveis de informação. A maior rede mundial que interliga computadores existentes na atualidade interconecta pessoas para os mais variados fins e têm contribuído para ampliar e democratizar o acesso à informação, eliminando barreiras como distância, fronteiras, fuso horário, entre outras

     

    E esse novo meio de comunicação tem espaço em todos os lugares (escolas, faculdades, casas, hospitais, hotéis, restaurantes, entre outros) e todas as idades. Exemplo disso são as crianças, que já vivem em um mundo informatizado e as brincadeiras são na frente do computador, e as pessoas de mais idade, que apesar de se tratar de uma coisa nova e moderna, não sentem dificuldade para lidar com a tecnologia.

     

    Hélio Consolaro, 60 anos, é cronista da Folha da Região, coordenador do site Por Trás das Letras, membro da Academia Araçatubense de Letras e professor de Redação do Colégio Toledo. Ele conta que teve o primeiro contato com a internet aos 45 anos e que no começo foi um relacionamento traumático, porém hoje, não consegue imaginar sua vida sem essa importante invenção tecnológica.

     

     

     

    Como foi a transição da máquina de escrever para o computador? No começo o senhor teve alguma dificuldade para aprender usar a nova tecnologia?

    Meio traumática. Foi no ano de 1993 e ainda era aquela tela preta. Eu comecei a mexe com computador porque iniciei a carreira como jornalismo na antiga Folha da Manhã, que já foi extinta.

    Lembro -me que o pessoal ficava atrás do balcão, pegava as crônicas datilografadas e tiravam o sarro, falavam “que coisa mais antiga” . Eu estava disposta a aprender, se quisessem me ensinar, lá eu estava para aprender. Comecei.. o que demorava 1 hora para fazer na máquina de escrever, demorava quase 3 horas no computador, mas  aprendendo.

    Em 1995  para a Folha da Região. No mesmo ano comprei um computador que já tinha mouse e Word. Depois, minha experiência com a internet foi com o provedor Tech Net, que era fornecido (mantido) pela Toledo.

    Recordo que fui a primeira pessoa da Folha a colocar o e-mail em baixo da crônica, a Folha ainda não tinha provedor e eu já estava navegando na internet. Ai foi a minha vez, chegava lá e falava para as pessoas: Que coisa, vocês aqui sem nada de internet... (risos)

     

     

    Quais são os sites que o senhor mais entra? Navega em sites de relacionamento como o Orkut?

    Site de notícia é o Uol, já que sou assinante. Entro também no da Folha da Região, no Google, porque lá buscamos tudo. De relacionamento, tenho MSN, tenho Orkut e o bem com os dois.

     

     

    O senhor acredita que a Internet também é uma ferramenta de ensino?

    Acredito. Tenho um site de língua portuguesa, lá as pessoas fazem as perguntas. Eu disponibilizo trabalhos de redação, gramática, literatura, tudo em ordem alfabética, e quando as pessoas não conseguem encontrar, eles mandam as perguntas por e-mail, no espaço destinado para isso.

     

     

    Como professor, o senhor aceita que os alunos usem a internet como fonte de pesquisa?

    Sim, a pessoa que não fizer isso hoje está morta. Lógico que tem que estar atento, se o professor não navegar na internet e está desconectado, logicamente vai aceitar trabalhos copiados. Eu não peço trabalho, e sim avaliação, disponibilizo no meu site e não é para copiar e sim consultar.

     

     

    Com toda a experiência que o senhor acumulou nesses anos de exercício do jornalismo, acredita que a internet é capaz de tirar o espaço do impresso?

     

    Como surgiu a idéia de criar um blog ? Quais temas abordados nele?

    O blog surgiu mais para disponibilizar as crônicas que publico na Folha da Região, porque para entra no site do jornal tem que ser assinante, então, quando passa 2 ou 3 dias, eu publico no meu blog para que mais pessoas possam ver e para que pessoas de outras regiões e países tenham a oportunidade de acesso.

     

     

    Como o senhor imaginou sua vida hoje sem internet hoje?

     

    A pedido do grupo, o entrevistado cedeu uma de suas criações sobre a internet para que todos possam conferir.

     

    Padroeiro da Internet

    Hélio Consolaro*

     

    O Vaticano está à procura de um padroeiro para a internet. Como a maioria deles foi gerada na Idade Média, fica difícil escolher um santo protetor de coisa tão moderna, pois todos eram avessos ao progresso científico.

    Às vezes, nem é a igreja católica que queira isso. Os gays, à revelia de papa e bispos e para constrangimento destes, escolheram São Sebastião como seu padroeiro, só por causa das flechadas e do jeito esquisito do santo levantar uma das mãos: munheca mole

    Não sei se alguém já notou, mas biografias de santos e de poetas são iguais. O santo (ou santa) era sempre rico e distribuiu seus bens aos pobres. Já o poeta sempre termina a sua vida na miséria.

    Se é para escolher, eu elegeria como padroeiro dos internautas São Benedito, pois ele me é mais familiar. Toda vez que a engenhoca do meu computador dá problemas, eu grito:

    - Ai meu São Benedito.

    Se há santo da internet, precisa existir também o capeta para manutenção do contraditório humano. Como usuário, já o escolhi, chama-se Telefônica, nada de hackers. A empresa quer vender o seu modem “speed”,  por isso ela, como os sacis nas florestas, fazem suas maldades, piora cada vez mais as conexões discadas. No final do mês, aparece aquela conta. Eu já me livrei desse demônio, tenho internet por rádio. Uma banana para a Telefônica.

    Tenho uma amiga que prefere Santo Antônio, pois pela internet arrumou um casamentão, pôs a xoxota a juro. Namoro pela internet é assim, a pessoa gama pela alma da internauta, quando vê o tribufu, não reage, está fascinado. O amor é mesmo cego!

    Para a maioria dos brasileiros, o santo padroeiro devia ser São Nunca, porque ter computador ainda é um sonho. E se o dólar continuar tão elevado, nunca o terão.

     

    *Hélio Consolaro é cronista da Folha da Região, coordenador do site Por Trás das Letras, membro da Academia Araçatubense de Letras e professor de Redação do Colégio Toledo.

     



    Escrito por TaMy às 22h20
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    Enpex 2008

    Acabou hoje o VIII ENPEX (Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão) do Centro Universitário Toledo, que teve início no dia 30 de outubro. O Enpex é consagrado como um dos maiores encontros científicos do Interior Paulista.

     

    As áreas de Educação, História, Sistemas de Informação, Comunicação, Letras, Direito, Psicologia, Turismo, Educação Física, Administração, Economia e Contabilidade se uniram em busca de mais conhecimento. 

     
    Eu, a Ju e a Karol, sob a orientação da Profª Ms. Karenine Miracelly Rocha da Cunha, apresentamos um trabalho ontem, às 9h30. Foi o primeiro ano que nós participamos, e o nosso tema foi Jornalismo de Revista.

     

    Explicamos que as revistas preenchem o vazio deixado pelos jornais, rádios e televisão, não apenas repetindo o que já foi dito, mas sim, ajustando o foco e mostrando para o leitor os vários ângulos da notícia. Trabalhando com textos mais aprofundados, contendo entretenimento e interpretação, as revistas ganharam espaço na mídia. O gênero que, por essência, busca estabelecer vínculos afetivos com o seu público, já nasceu marcado pela segmentação, aposta também na conquista de faixas de públicos cada vez mais específicos.

     

    Destacar as principais características desse meio e apresentamos mais de 52 tipos de revistas, mostrando as principais características de cada uma delas, também foi o nosso objetivo.

     

    Foi uma manhã bem legal, tivemos a oportunidade de assistir o trabalho de mais grupos da nossa sala também! Confira as fotos que nossa amiga Simône tirou enquanto apresentávamos o nosso trabalho: 

     



    Escrito por TaMy às 20h41
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    POLÍTICA

     

    Estamos muito perto de eleger os nossos representantes municipais... prefeitos, vices e vereadores.

     

     

    Quero postar os três artigos que fiz sobre o assunto, e comentar sobre um jingle que me chamou muito a atenção.

     

    Não paro em cidade nenhum: Auriflama, Araçatuba e Mariápolis, mas nenhuma música que eu escutei nesses municípios me chamou tanto a atenção como essa, que escutei em Pracinha (SP) esta semana.

     

    Se trata de uma paródia da música Ciumenta, de César Menotti e Fabiano. Quem conhece a música vai conseguir ler a letra aqui e perceber, que ficou muiiiiiiiiittoooooo boa!

     

    Para dessa paranóia de achar que vai ter voto,

    Porque assim, você vai ficar louco

    É uma barra esse ciúme possessivo,

    Deixa o homem trabalhar, para com isso

    Me vigia toda hora pra saber onde é que estou,

    Tirando foto, me filmando em qualquer lugar que eu vou...

     

    Ciumeira, para com essa ciumeira.

    Desse jeito o eleitor não te agüenta

    O povo já sabe quem vai eleger    

     

    Ciumeira, para com essa ciumeira,

    Experiência não dá pra comprar na feira

    Deixa a nossa cidade crescer

     

     ARTIGO

     

    Carnaval fora de época

     

    * Aline Simplicio
    * Juliana Martins
    * Karoline Verri
    * Nilma Ruas
    * Tamyris Araujo

    Ninguém agüenta mais. A poluição audiovisual, que aumenta em época de eleição, tem incomodado muitos moradores de várias cidades. E o
    pior, as conseqüências deste problema perduram após o período eleitoral.

    A comunidade já não suporta mais o barulho vindo dos carros de som, que passam incessantemente pelas ruas sem respeitar horários, volume e lugares
    proibidos, como escolas e hospitais. Isso sem analisar o conteúdo apelativo das músicas.

    Além da poluição sonora, a visual também causa transtornos. Panfletos, santinhos, adesivos, cartazes, faixas, jornais e revistas sujam as cidades e
    ocasionam vários problemas ambientais.

    É muito papel desperdiçado, muita árvore cortada, com esse material que tem destino certo: o lixo. Aqueles que são jogados nas ruas, o vento e as chuvas levam para os bueiros causando mais problemas para os moradores.

    Existem, ainda, as bandeiras que atrapalham a circulação dos pedestres e o trânsito dos veículos. Uma falta de bom senso que prejudica a rotina das
    pessoas e ainda pode causar acidentes.

    As idéias e os projetos de um candidato deveriam bastar na busca pelo voto. Afinal, isso é política ou carnaval fora de época?

     

     

     ARTIGO

     

    Atos e conseqüências

     

    *Tamyris Araujo

     

    Voto, uma palavra pequena, mas de grande valor. Pena que nem todos saibam disso e poucos são os que pensam nas conseqüências do voto errado. A falta de consciência e responsabilidade influencia no contexto dos municípios, estados e do Brasil.

     

    Muitas pessoas pensam no benefício próprio e se esquecem do que é melhor para o futuro da cidade. Votar requer grande responsabilidade, afinal os poucos segundos para confirmar o voto na urna eletrônica podem trazer problemas que se repetirão por quatro anos ou mais.

     

    Vários são os casos de candidatos que compram seus eleitores com cestas básicas, pagamento de contas de energia elétrica ou água, e até com promessas absurdas como empregos em cargos de confiança na prefeitura. Existem aqueles que se deixam levar pelas conversas de políticos ou pela campanha eleitoral com seu “barulho” nos carros de som e programas de rádio e TV. Há também os vulneráveis, que votam por dó ou por protesto, sem pensar no reflexo da atitude, afinal, o protesto é individual, mas a conseqüência é social.

     

    Conscientizar é a palavra-chave. Os políticos precisam ser mais éticos. Os eleitores precisam saber o seu devido valor. É com esse propósito que a Justiça Eleitoral lançou na mídia uma campanha de esclarecimento, destacando que o voto não tem preço, mas o ato irracional de votar pode trazer sérias conseqüências.

     

    O voto é um direito e votar com consciência é uma obrigação. Todos têm responsabilidade na vida política do país. Se ela é boa é porque escolhemos, se é má, algo de errado aconteceu. É comum falarem que os políticos são iguais, corruptos e desonestos, por isso alguns votam apenas por obrigação.  Se todos pensarem assim, nunca iremos mudar a história do país. Votar por votar não é o certo porque o futuro não é apenas uma medida imaginária de tempo, ele é real e está em nossas mãos. "O seu voto pode fazer a diferença".

     

    Todos são livres e como tal devem escolher o candidato que mais tem propostas adequadas para a cidade, que realmente é diferente, que está preparado para administrar o município e se preocupa com o coletivo. Analisar o plano de governo de cada candidato é o primeiro passo para um voto correto.  

     

    Se o eleitor aceita vender o seu voto por dinheiro, tanques de combustíveis, churrascos e bebidas, ou qualquer outro “objeto de troca”, ele deve ter em mente que o candidato não terá mais nenhum vínculo com ele. Caso seja eleito, qual o direito que essa pessoa terá de cobrar algo ao prefeito ou a esse vereador? Infelizmente nada, pois o seu voto já foi pago e, para ele, mais nenhuma obrigação há.

     

    Diante da urna eletrônica é preciso tomar a decisão correta, praticar a cidadania e pensar no que será melhor para o município e, principalmente, para as pessoas que moram nele.

     

     

     ARTIGO

     

    A importância do voto consciente


    *Tamyris Araujo

    *Juliana Martins

    *Márcio Bracioli


    Do voto de cabresto à urna eletrônica, passando pelas cédulas, cabines e, é claro, pelo título eleitoral. A cada eleição vemos as diversas conquistas dos eleitores com o passar dos tempos. A história do voto no Brasil começa apenas com a elite, se limitando aos homens, maiores de 21 anos, que comprovassem sua renda. Mas com o passar dos anos as coisas mudaram.

    No ano de 1932 tivemos alguns avanços: a criação da Justiça Eleitoral, composta por Tribunal Superior e Tribunais Regionais. Mas foi apenas no ano de 1988 que a população teve grandes conquistas.

    A Constituição de 1988 trouxe o direito ao voto para o analfabeto e o fim de uma série de discriminações: a econômica (voto censitário), a cultural (analfabeto) e a sexual (mulheres). Por fim, em 1996 veio a urna eletrônica, chave para entrada na era da tecnologia, do voto seguro e secreto.

    Hoje, por lei, os alfabetizados maiores de 18 e menores de 70 anos são obrigados a votar. Os analfabetos, os maiores de 70 anos e os eleitores inválidos podem requerer isenção no Cartório Eleitoral.

    Mas não é necessário apenas votar, é preciso votar com consciência. A Justiça Eleitoral, a fim de conscientizar os eleitores, lançou uma campanha publicitária de esclarecimento nas TVs e rádios de todo o País, destacando para a população que o voto não tem preço, mas que pode trazer sérias conseqüências.

    É comum escutarmos que o brasileiro não sabe votar. Mas será que é porque ele nunca foi ensinado? Ou porque ele é irredutível a ponto de não querer aprender?

    Após percorrermos toda a linha do voto no Brasil, é muito fácil perceber que não aprendemos a votar, apenas fomos condicionados a exercer tal função. O que aconteceu no Brasil foi uma espécie da lei de Darwin eleitoral: aqueles que se alinharam ao sistema e se condicionaram a votar sobreviveram, todos os outros foram extintos. “A eleição não era coisa que merecesse respeito. Nem na monarquia, nem na primeira republica”, escreveu o respeitável jornalista Assis Barbosa. E hoje, ela merece respeito?

    Será o respeito das propagandas eleitorais? Ou o dos debates, tratados como meras apresentações circenses? Ou daquelas musiquinhas divertidas que tocam nas ruas? Respeito como os que sujam ruas, postes e muros da cidade? Respeito é algo recíproco, e dificilmente há respeito de uma via só.

    E se o eleitor fosse tratado como humano, não como números? Não vale dar brindes, nem abraços apenas de quatro em quatro anos. Quem sabe assim, um dia a rua do respeito se torne uma avenida?

    Votar é uma grande responsabilidade, afinal, o eleitor leva poucos segundos para depositar seu voto nas urnas eletrônicas, mas as conseqüências vão se refletir pelos próximos quatro anos. Pense bem nisso antes de votar!



    Escrito por TaMy às 21h09
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    Youtube, um arquivo aberto

    Jornalismo online e novas tecnologias

    Professor: José Marcos Taveira

    6º Semestre de Jornalismo Diurno

     

    Juliana Martins

    Karoline Verri

    Nilma Ruas

    Tamyris Araujo

     

    Um site específico para postagem e compartilhamento de vídeos. Essa é a classificação para o Youtube, que foi criado em fevereiro de 2005 pelos jovens Chad Huley, Steve Chen e Jawed Karin e se tornou um sucesso, que despertou interesse na potência Google.

     

    Perto de completar dois anos a parceria Youtube/ Google, o site hoje disponibiliza aos usuários ferramenta de edição de vídeos, download para gravar o vídeo em seu computador, canais exclusivos, filtro anti-pirataria (para que as pessoas não copiem produtos da indústria do entretenimento a página excluir automaticamente o conteúdo proibido por direitos autorais), entre outros. 

     

    Uma vantagem, que pode se tornar uma desvantagem, é que o site permite que qualquer pessoa se torne uma celebridade. Basta postar um vídeo viral, que são aqueles que possuem grande circulação na net, e pronto: todos podem te ver. Mas, o abuso causa transtornos. Fazer do site um Big Brother não é a função. Muitas pessoas tentam ser engraçadas e chegam a armar situações para ser postadas na página, deixando o bom senso de lado. 

     

    Para se ter uma idéia da grandeza do Youtube, são 11,5 milhões de usuários apenas no Brasil. O compartilhamento chama a atenção de todos, e faz do site um sucesso. Lá, a página é dividida em abas: inicial, vídeos, canais e comunidades, que facilitam o acesso dos internautas. 

     

    Para compartilhar um vídeo, os usuários precisam apenas criar uma conta clicando no botão “Inscreva-se”. Após um simples cadastro, todos já podem postar seus vídeos. As estrelinhas fazem com que os usuários possam classificar o conteúdo assistido, dando-lhes uma nota. Fácil, né?

     

    Para os jornalistas, essa é uma ferramenta muito útil, afinal, apenas com um click se tem acesso a um banco de imagens ilimitado, possibilitando assim o serviço de apuração e edição de uma determinada reportagem.   

     

    Hoje, devido a sua importância, alguns meios de comunicação chegam a criar um quadro para destacar os vídeos mais vistos durante a semana no Youtube. Podemos citar o do programa Domingo Espetacular, que mostra os vídeos do site, e o da revista Época, que tem uma página destinada para os melhores vídeos que “bombaram na web”.

     

    Um exemplo de uma denuncia gerado por um vídeo publicado no site é o da luta entre o canguru e um rapaz, que foi noticiado em vários telejornais no mundo todo, como modelo de crueldade com os animais.

     

    Realmente o site Youtube, um arquivo aberto, ganhou o seu espaço do mundo todo.



    Escrito por TaMy às 14h00
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    Os novos alunos do 6º semestre de Jornalismo...

     

    A nossa turma recebeu mais dois intercambiários esse semestre... a Maja Pasieczny, da Dinamarca, e o Sehart Ural, da Turquia. A simpatia dos dois encantou a sala!

     

     

     

    Está sendo bem interessante a companhia dos dois, porque estamos treinando o nosso inglês e ensinando aos poucos a nossa língua para eles... mtooo legalll essa nossa turmaaa!



    Escrito por TaMy às 15h25
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    Amizades verdadeiras...

    Um filho pergunta à mãe:
    - Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!
    - Claro, mas o que ele tem???
    O filho, com a cabeça baixa, diz:
    - Tumor no cérebro.
    A mãe, furiosa, diz:
    -E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer?
    O filho lhe dá as costas e vai...
    Horas depois ele volta, vermelho de tanto chorar, dizendo:
    - Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
    A mãe, com raiva:
    - E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
    Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:
    - Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
    "- EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!"

    Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa.
    Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
    CONSERVEM SEUS AMIGOS! O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO...


    Escrito por TaMy às 20h24
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    Curiosidades....

    Na última sexta-feira, 08/08/2008, as 8h08, em Pequim, na China, aconteceu a festa de abertura dos Jogos Olímpicos. O evento que reuniu 204 países, foi emocionante, e trabalhou bastante com a tecnologia e as cores.

      

    Por esse motivo os sites Google e Orkut estão caracterizados...olha que legal!

     

     

     

     

     

    Algumas curiosidades que eu li...

     

    Os chineses são muito supersticiosos, e para eles o numero 4 é azar, por isso nos prédios não tem os andares 4, 14 e 24, e se existem, são bem mais baratos, assim como aparelhos de celulares com esses números... a linha é bem mais em conta. (numero 4 para eles é morte)

    8 é sorte, por isso olimpíadas se iniciaram no dia 08/08/2008 às 08h08.

     

    Para eles engolir a saliva faz mal a saúde, então cuspir é a melhor alternativa. Essa cultura não é bem vista pelos ocidentais, por isso, antes do início das Olimpíadas eles receberam um manual de boas maneiras, que contiam saquinhos para cuspe.

     

    Eles andam com as partes intimas dos bebês a mostra, lá não há fralda descartável.

    ficam a mostra não há fralda descartável

     

    No interior do pais, se os homens morrem solteiros, têm a sua linhagem comprometida na próxima geração.. isso faz com que algumas famílias consigam um casamento para o defunto, enterrando a mulher junto com ele.

     

    O comércio chinês funciona 7 dias por semana, nem mesmo universidades, bancos e repartições publicas fecham nos finais de semana.



    Escrito por TaMy às 21h42
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    6º Semestre... :D

    Como o tempo voa! Quem diria que já estamos no 6º semestre né?

     

    Após quase 2 meses de férias (para quem não pegou exame), retornamos hoje para a vida corrida de universitário.

     

    A maioria da nossa turminha acorda cedo e viaja para chegar as 7h15 na facul... mas vale a pena o esforço!

     

    Ju, Karol, Alan, Simone, Bragalda, Nilma, Léo, Aline, Márcio, Isa, Jean, Gustavo, Bia, Marcelo, Lucas, Luciana, Paulinha, Ester e Naira... foram essas pessoinhas que estiveram presente animando a o meu inicio do 6º semestre!

     

    Passar o dedo, aula, intervalo, cantina, cappucino (eu), pão de queijo (Ju), salgado (Karol), suco de maracujá (Alan), e pastel (todas as quartas a maioria da sala está presente na feira), sinal, passar o dedo, aula, bater papo até o ônibus/ carro/ Van chegar!!! Essas são as palavras que resumem as nossas manhãs!  

     

    Pessoal, já estava com saudades!

     



    Escrito por TaMy às 21h18
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    Frases que falam pela gente...

    "Poucos são os que ao se deitar ousariam dirigir-se a Deus assim:

    'Senhor, trata-me amanhã como tratei os outros hoje!'"



    Escrito por TaMy às 23h00
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    Amigos, irmãos que Deus nos deu a chance de escolher!

    Hoje, dia 20 de julho, comemoramos o Dia do Amigo e também o Dia Internacional da Amizade. Por esse motivo, posto um texto que fiz essa semana... 

     

    Amizade, palavra de difícil descrição. Vamos recorrer ao dicionário? Afeição, amor, boas relações, dedicação, afeto, o querer o bem, entre muitos outros significados. A amizade é uma das maiores dádivas que o ser humano pode receber.

     

    Quantas definições para uma só palavra, não é? Então, imagine a importância de um amigo, que é o responsável por tais sentimentos. A Bíblia Sagrada traz no Livro de Provérbios a frase: “há amigos mais chegados que irmãos”, ou seja, aquele que é amigo tem uma responsabilidade e tanto.

     

    Existem vários tipos de amigos: aqueles distantes, mas que nunca deixam de ocupar o seu espaço em nossos corações; aqueles mais próximos, que não desgrudam; aqueles que conhecemos apenas pela internet e aqueles que conhecemos desde crianças.  

     

     “Amigo é coisa para se guardar no lado esquerdo do peito, debaixo de 7 chaves, dentro do coração, assim falava a canção...”. Quem nunca ouviu essa música? Quem nunca se lembrou de alguém ao escutá-la? Quem nunca precisou de um ombro amigo?

     

    Seja pessoalmente, por telefone, cartas, e-mails ou MSN, são horas de conversa, conselhos, momentos de alegria, conquistas, mas, como tem tudo são flores, existem também as situações que se compartilham a tristeza e enfrentam algumas brigas, afinal, amigos são para todas as horas!

     

     

    *Quero agradecer a todos os meus amigos... aos da época de criança e de escola, que não vejo mais (+ mesmo assim não esqueço); aos meus amigos de Mariápolis, que só vejo de vez em quando, mas que moram em meu coração; a minha migah Angélica, que é a minha irmãzinha; aos amigos da facul, que estão comigo todas as manhãs... e a todos que estão presentes de alguma forma em minha vida! Obrigada pela amizade!

     

     

     

     

    Amigos, irmãos que Deus nos deu a chance de escolher!

    Que Deus abençoe a todos!



    Escrito por TaMy às 23h54
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    Texto do Arnaldo Jabor‏

    Recebi no meu e-mail um texto do Arnaldo Jabor‏, que é extenso, mas tem muito conteúdo...

    e vale a pena ler e refletir...

    - Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca. 

    - Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; 

    - Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
    - Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
    - Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
    É coisa de gente otária.

    - Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
    - Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
    - Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
    Brasileiro tem um sério problema.
    - Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

    - Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
    - Brasileiro é vagabundo por excelência.

    - O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que  ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
    - O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
    - Um povo que se conforma em receber uma esmola  do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

    - Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
    - Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
    - Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego,
    mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
    - O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
    - 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já foi.
    - Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
    - Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja
     aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
    - Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

    - O Brasil é um pais democrático. Mentira.
    - Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas  sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
    - Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
    - Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
    - Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
    - Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

    Democracia isso?  Pense !
    O famoso jeitinho brasileiro.

    - Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
    - Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
    - Afinal somos penta campeões do mundo né??? Grande coisa...

    - O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram...

     

     Brasil, o país do futuro !?
    - Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

    - Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.

    Para finalizar tiro minha conclusão:

    O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país  novamente.

    Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. 

    Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce! Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

     



    Escrito por TaMy às 22h32
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    Registrando...

    Os 2 aninhos do meu BB... amor da tata!

    03-07-08

     



    Escrito por TaMy às 22h24
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    Um ano de Tribuna!

    Hoje, 09/07, comemoro um ano de estágio no jornal Tribuna Regional de Auriflama.... e para comemorar, vou postar um texto de autoria da minha amiga e irmã Angélica Néri, que está em seu blog (http://www.angelicaneri.blogspot.com/), em comemoração ao seu ano de Tribuna, na semana passada! O texto fala tudo, então...

     

    Papel, caneta, câmera fotográfica (...). É momento de checar as informações!

    Coletou dados? Ouviu fontes? Ok, tudo pronto. Vamos à próxima etapa...

    Computador: Redação.

    Lê, relê. Certo?

    Manda pra diagramação.

    Vêm os bonecos. Revisão.

    Riscos e mais riscos, setas e círculos. É impressionante, mesmo que temos lido mil e uma vezes antes de mandar pra lá, sempre encontramos palavras que necessitam correções!

    Volta pra diagramação.

    Revisão de novo.

    Agora sim, manda pra impressão.

    E, finalmente: a distribuição...

     

    Estou ficando louca? Hehe. Não, não.

     

    Na verdade, o que relatei nessas poucas palavras foi o trabalho que desenvolvo no Jornal Tribuna Regional, aqui de Auriflama. Na última quarta-feira (2) comemorei um ano de estágio, um ano de aprendizado...

     

    Com certeza é um momento que merece comemoração. Exceto a diagramação, semanalmente passo pelas etapas descritas. Uma experiência que levarei para toda a minha vida.

     

    Confesso que, no início, tive sérias dificuldades em me adaptar ao jornalismo impresso. Primeiro que a oportunidade em trabalhar no Tribuna Regional me pegou de surpresa, pois eu estava ainda no 1º semestre de curso. Segundo, que a minha paixão sempre foi o rádio e a TV e quando fui convidada a escrever o Tribuna, eu estava estagiando no laboratório de telejornalismo da faculdade (TV Toledo). Eu não poderia ficar com os dois!

     

    Foi uma escolha difícil. Os primeiros dias foram de pura aflição.

    Embora eu tivesse a ajuda do Ricardo Augusto, jornalista que era responsável pelo jornal na época, eu ainda ficava me perguntando “será que eu vou me arrepender?”. Poxa, era da TV, minha paixão, que eu estava abrindo mão...

     

    Em poucos dias a Tamyris, cursando o 3º semestre na época, chegou de viagem e, junto comigo, também assumiu os trabalhos. Momento em que o Ricardo saiu do jornal para trabalhar na Prefeitura, onde atua como Assessor de Imprensa.

     

    Foi complicado, mas posso afirmar que eu e a Tamyris aprendemos muito nesse tempo. Até mesmo porque depois que assumimos esse compromisso não tínhamos outra escolha, era fazer ou fazer, rs. Algumas vezes brigando, outras sorrindo e porque não citar também as muitas situações que choramos...?

     

    Exceto a diagramação, fazíamos de tudo. Eu escrevia, ela editava, nós revisávamos. Ela escrevia, eu editava, nós revisávamos. “Não seria melhor assim?”, “Será que está certo desta forma?”, “Preciso de ajuda. Como coloco essa informação neste texto?” (...)

     

    Unidas vencemos os obstáculos e conquistamos um aprendizado que, nem que queiram, conseguirão arrancar de nós. Temos muito ainda que aprender, muito mesmo, e temos consciência disso. Mas não podemos negar que o pouco de experiência que adquirimos nesse período é algo muito importante para a nossa vida profissional.

     

    Há cinco meses, nossa equipe aumentou. Nosso amigo Eduardo Martinez, jornalista formado no ano passado, agora também faz parte do grupo. Somos redatores, revisores e repórteres fotográficos enfrentando grandes desafios diariamente, amantes do jornalismo que estão na batalha, na busca por aprendizado. Além de nós, têm a Juliane (responsável pela diagramação), o Lucas (quem determina o que vai ser publicado ou não) e o Paulo Roberto (responsável pela publicidade).

     

    Para fechar com chave de ouro essa minha comemoração, gostaria de compartilhar com os visitantes do Pensamentos, fatos e relatos, mais uma conquista: Hoje, sábado (5), Guzolândia, município vizinho de Auriflama, também ganhou um jornal: O Jornal da Cidade. A sua equipe é a mesma do Tribuna Regional. É o Jornal da Cidade, mais uma oportunidade que eu tenho de adquirir conhecimento e praticar aquilo que um dia escolhi como profissão.

     

    “A alma do jornalista alimenta-se do espírito de aventura e do fascínio da descoberta de uma história não contada”.



    Escrito por TaMy às 21h15
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